Nem tudo é como queremos, nem tudo é como desejamos, temos tudo o que queremos e não sabemos por onde havemos de ir. A fortuna faz mal, sempre mo disseram, e agora que tenho o que queria (sentir-me a melhor), sinto que não sou digna o suficiente de tal luxo.
Não sei se é pelo “É sexta-feira!” ou se pelo simples facto de 309 km que separam eternos amores.
Porque eu vou sempre querer que seja sexta-feira, eu não vou conseguir deixar de o desejar, e não sei até que ponto conseguirei resistir ao pecado, ate que ponto poderei recusar prazeres de uma noite de sexta-feira, mais uma vez, não sei se irei recusar sempre os convites para o “desvio”, ou sair mais cedo de um bar e chegar tardíssimo a casa. Não sei até que ponto serei capaz de amar incondicionalmente. Já não sei, não sei porque que escrevo isto quando é contigo que quero “juntar os trapinhos”.
Agora, e voltando ao que me propus quando comecei a escrever no Diário da Telminha, sexo, prazer e muita satisfação!
Hmm… entra dentro de mim e sinto o mundo a dar-me aquilo que sempre necessitei, gosto principalmente quando tenho o sexo dentro do sexo e toco no meu sexo, delícia!
Depois soltar o meu lado mais felino e ouvir a minha cama bater contra a parede… hmm
Grrr
Cada coisa boa!
Fazes-me esticar os dedos dos pés $ - coisa boa!
Sinto-me satisfeita, e mais uma vez, cheia de vontade!
Tens-me como uma “assanhada”, apenas o provo com estas escritas.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
in-finalidades
Dizes que me rasgas a roupa sem qualquer pudor.
Nessa altura a perfeiçao pode sempre aperfeiçoar a perfeição, e deixo-me levar pelo aperfeiçoamento [se é que isto existe] de tudo, quero tentar lá chegar...
Sinto-me a maior parte das vezes sou um bocado estupida.
Nem sei se irei ganhar esta especie de corrida para o perfeccionismo... mas se por acaso tal coisa acontecer irei ganhar com humildade ou entao perder com dignidade, assim sempre me ensinaram, assim sempre o fiz, e acima de tudo consigo perceber quando estou no sitio certo ou não!
Detesto quando olhas para mim, detesto quando me agarras, odeio quando me fazes rir, odeio quando me tentas seduzir mas acima de tudo odeio quando nao estas comigo.
Cansada de toda esta especie de luta que não tem fim.
Nessa altura a perfeiçao pode sempre aperfeiçoar a perfeição, e deixo-me levar pelo aperfeiçoamento [se é que isto existe] de tudo, quero tentar lá chegar...
Sinto-me a maior parte das vezes sou um bocado estupida.
Nem sei se irei ganhar esta especie de corrida para o perfeccionismo... mas se por acaso tal coisa acontecer irei ganhar com humildade ou entao perder com dignidade, assim sempre me ensinaram, assim sempre o fiz, e acima de tudo consigo perceber quando estou no sitio certo ou não!
Detesto quando olhas para mim, detesto quando me agarras, odeio quando me fazes rir, odeio quando me tentas seduzir mas acima de tudo odeio quando nao estas comigo.
Cansada de toda esta especie de luta que não tem fim.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
acabou!
Aqui estou sentada numa esplanada interessante, um pouco espantada pelo preço do café (1€! – um balúrdio!). Disseste-me que me deixaste, parece que estou a perder toda a gente à minha volta, a minha R, agora tu; o quê que eu faço de errado? Apenas deixo os meus instintos vaguear.
As vezes não sei o que é melhor para mim, não sei mesmo, acho que vou tentar deitar as cartas para ver o que sai daí.
Esta minha vida, vida de merda, sem objectivos alguns, onde cheguei eu. E para onde estas ondas grandes e assustadoras me levam? E este sol? Sol de pouca dura? Não sei! Não s
ei nada, nunca soube. Mas este dia pode perfeitamente descrever toda a minha vida, sol, tempo bom, vento fresco, e ondas perigosas. O sol representa possivelmente a minha família, o melhor que tenho, claro que existe sempre alguns conflitos mas o sol também não brilha sempre. O tempo bom representa possivelmente o meu estado de espírito, o vento fresco as boas novas e as ondas perigosas tu, apesar de me fazeres mal eu quero-te, desejo-te e quero-te novamente.
Ligas-me! Parece que adivinhas que preciso de te ouvir, queria tanto que cá estivesses comigo, tanto mesmo. Quanto mais não seja para apreciar as gajas que andam a fazer top less na praia. Ahaha. Queria tanto!
Escrevo como Fernando Pessoa, a fumar o belo do cigarro, rica comparação que faço! Como se algum dia fosse metade do que Fernando Pessoa foi! Nem chego aos calcanhares daqueles que escrevem apenas porque o prof pede quanto mais a Pessoa, infantilidades minhas, devaneios meus.
Uhh! Coisa horrenda, um velho de cuecas na praia! Ahah
Voltando à realidade, o quê que me reserva o futuro? Até que ponto vale apena isto tudo? Ou então posso sempre atirar-me ao mar e acabar com todo este martírio. Ate que ponto sou capaz de te amar verdadeiramente? Ate que ponto me farás bem? Não sei, sou uma falhada.
E o velho volta a levantar-se, a tentar dar relevo ao seu pénis, faz um pouco de exercício, muito possivelmente para chamar a atenção, não se consegue perceber se está acompanhado ou não, de tanguinha, preta, cabelo cumprido, agora unta protector naquele seu corpo cheio de pelos.
O sol reflectido na água dá-lhe um ar chamativo, tenho pena de não ter trazido o bikini e a toalha de praia, está um bom dia de praia.
Acho que me vou levantar e procurar trabalho, para ver se deixo de pensar em coisas parvas.. a musica está agradável com este ruído do mar… sabe bem!
Ainda vejo placares de partidos para as eleições de domingo passado, se não estivessem afixados ninguém iria prever o que tinha acontecido. O slogan do cartaz avistado daqui é “juntar forças”, se calhar era o que devia fazer, juntar todas as forças, pegar em todo o dinheiro que tenho e fugir, contigo! Coisas novas, aventuras, adrenalina!
Hoje, um amigo meu perguntou-me se quero voltar a estar com uma mulher, acho que fiquei sem reacção!
Agora paro de escrever, chegou companhia.
Por volta das 9h da noite recebo uma mensagem da pior pessoa que conheci ate hoje, dizendo “ desculpa mas não posso continuar!”, eu disto retiro felicidade da parte dele, devido ao ponto de exclamação, fiquei sem reacção, não pode continuar porque a cabra da gaja pelos vistos merece uma segunda oportunidade e eu não. E eu? Quem é que pensa em mim? Fogo já não chega o que sofri? Já não me basta estar a perder a minha melhor amiga e agora perder uma das pessoas mais importantes para mim?
Dói-me tudo, sinto o meu coração apertado, a minha vida não tem qualquer sentido. Este poderá ser o meu último post, resta-me desejas muitas felicidades aos meus poucos leitores.
As vezes não sei o que é melhor para mim, não sei mesmo, acho que vou tentar deitar as cartas para ver o que sai daí.
Esta minha vida, vida de merda, sem objectivos alguns, onde cheguei eu. E para onde estas ondas grandes e assustadoras me levam? E este sol? Sol de pouca dura? Não sei! Não s
Ligas-me! Parece que adivinhas que preciso de te ouvir, queria tanto que cá estivesses comigo, tanto mesmo. Quanto mais não seja para apreciar as gajas que andam a fazer top less na praia. Ahaha. Queria tanto!
Escrevo como Fernando Pessoa, a fumar o belo do cigarro, rica comparação que faço! Como se algum dia fosse metade do que Fernando Pessoa foi! Nem chego aos calcanhares daqueles que escrevem apenas porque o prof pede quanto mais a Pessoa, infantilidades minhas, devaneios meus.
Uhh! Coisa horrenda, um velho de cuecas na praia! Ahah
Voltando à realidade, o quê que me reserva o futuro? Até que ponto vale apena isto tudo? Ou então posso sempre atirar-me ao mar e acabar com todo este martírio. Ate que ponto sou capaz de te amar verdadeiramente? Ate que ponto me farás bem? Não sei, sou uma falhada.
E o velho volta a levantar-se, a tentar dar relevo ao seu pénis, faz um pouco de exercício, muito possivelmente para chamar a atenção, não se consegue perceber se está acompanhado ou não, de tanguinha, preta, cabelo cumprido, agora unta protector naquele seu corpo cheio de pelos.
O sol reflectido na água dá-lhe um ar chamativo, tenho pena de não ter trazido o bikini e a toalha de praia, está um bom dia de praia.
Acho que me vou levantar e procurar trabalho, para ver se deixo de pensar em coisas parvas.. a musica está agradável com este ruído do mar… sabe bem!
Ainda vejo placares de partidos para as eleições de domingo passado, se não estivessem afixados ninguém iria prever o que tinha acontecido. O slogan do cartaz avistado daqui é “juntar forças”, se calhar era o que devia fazer, juntar todas as forças, pegar em todo o dinheiro que tenho e fugir, contigo! Coisas novas, aventuras, adrenalina!
Hoje, um amigo meu perguntou-me se quero voltar a estar com uma mulher, acho que fiquei sem reacção!
Agora paro de escrever, chegou companhia.
Por volta das 9h da noite recebo uma mensagem da pior pessoa que conheci ate hoje, dizendo “ desculpa mas não posso continuar!”, eu disto retiro felicidade da parte dele, devido ao ponto de exclamação, fiquei sem reacção, não pode continuar porque a cabra da gaja pelos vistos merece uma segunda oportunidade e eu não. E eu? Quem é que pensa em mim? Fogo já não chega o que sofri? Já não me basta estar a perder a minha melhor amiga e agora perder uma das pessoas mais importantes para mim?
Dói-me tudo, sinto o meu coração apertado, a minha vida não tem qualquer sentido. Este poderá ser o meu último post, resta-me desejas muitas felicidades aos meus poucos leitores.
time or time
Não estou preparada.
Sinto-me mal por não estar preparada e por não estar à tua altura.
Estas-me a tirar o que eu mais gosto de fazer e de ter, escrever, ter inspiração!
Não consigo... Não sei porque, eu gosto, mas não consigo. Não me perguntes porquê, mas não consigo. Não sei o quê que me está a acontecer, não faço ideia... Preciso de prazer!
Preciso de alguém que me ligue a meio da noite a dizer que me ama, alguém que me ligue a gemer, alguém que precise de mim e que eu sinta que possa ajudar.
Mas acima de tudo, e porque a minha idade o exige, preciso de prazer! Sexo! Muito sexo! Não quero amor, ou fazer amor! Quero sentir aqueles lugares.
Já nao digo coisa com coisa. rsrs
Quero que me faças sentir esses locais! Seduzir-te! hmm
Sinto-me mal por não estar preparada e por não estar à tua altura.
Estas-me a tirar o que eu mais gosto de fazer e de ter, escrever, ter inspiração!
Não consigo... Não sei porque, eu gosto, mas não consigo. Não me perguntes porquê, mas não consigo. Não sei o quê que me está a acontecer, não faço ideia... Preciso de prazer!
Preciso de alguém que me ligue a meio da noite a dizer que me ama, alguém que me ligue a gemer, alguém que precise de mim e que eu sinta que possa ajudar.
Mas acima de tudo, e porque a minha idade o exige, preciso de prazer! Sexo! Muito sexo! Não quero amor, ou fazer amor! Quero sentir aqueles lugares.
Já nao digo coisa com coisa. rsrs

Quero que me faças sentir esses locais! Seduzir-te! hmm
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Poupa-me a filosofia barata.
Não deixarei de ser a mesma, pelo menos vou tentar não deixar de ser a mesma. Tens-me como uma tarada sexual, e eu não consigo perceber porquê, tenho-te como uma enorme fonte de prazer, em que a perfeição um pouco fora do vulgar me leva a lugares nunca dantes imaginados, nunca dantes visitados ou até mesmo, nunca dantes sentidos.
Eu não sei se sou capaz de deixar como tu fizeste… Aliás, eu pelo menos por enquanto, não vou abdicar do que quer que seja por ti. Não vou. Nem pela tua fantástica perfeição e maneira discreta de me fazer sonhar…
Sinto saudades, dói tanto, faz-me falta a tua boca, mexer na tua barba, no teu cabelo, faz-me falta o teu abraço, sou tão pequenina ao teu lado, mas pequenina porque tu tens 1,87 cm e eu apenas 1,71 cm, mas fico grande, porque ao teu lado todas as coisas impossíveis se tornam possíveis. Dói muito ficar longe, mas o êxtase do nosso encontro é maior, conto os minutos todos para ficar contigo, e agora desligas-me o telemóvel e eu não sei, não sei o que fazer…
Eu não sei se sou capaz de deixar como tu fizeste… Aliás, eu pelo menos por enquanto, não vou abdicar do que quer que seja por ti. Não vou. Nem pela tua fantástica perfeição e maneira discreta de me fazer sonhar…
Sinto saudades, dói tanto, faz-me falta a tua boca, mexer na tua barba, no teu cabelo, faz-me falta o teu abraço, sou tão pequenina ao teu lado, mas pequenina porque tu tens 1,87 cm e eu apenas 1,71 cm, mas fico grande, porque ao teu lado todas as coisas impossíveis se tornam possíveis. Dói muito ficar longe, mas o êxtase do nosso encontro é maior, conto os minutos todos para ficar contigo, e agora desligas-me o telemóvel e eu não sei, não sei o que fazer…
domingo, 11 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
só sexo.
Amávamo-vos como se o amor fosse apenas um suplento íntimo dessa revolução que nunca mais chegava.
Adormeço todas as noites nos teus ombros estreitos de adolescente eterno. Não és o melhor, mas possuis um não sei o quê de juventude ancorada que te torna imediatamnete comovente. Usas e abusas desse não sei o quê. Não acreditas em nada, vives num aquário de sonhos impossíveis que faz de ti um anjo negro, abismo de lágrimas congeladas.
Uma vida inteira bão basta para apagar de pele o peso magnifico do teu fulgor.
Todas as noites me acaricio com os teus dedos, fecho os olhos e sugo os treus dedos sob o contorno dos meus e conduzo-te pelo meu corpo como tu me conduzias.
Todas as noites sinto o castanho dos teus olhos grandes dissolvendo-se nos meus com uma felicidade quante, imensa, vejo os teus quadris estreitos de rapaz dançando sobre o redondo do meu ventre, das minhas nádegas, todaas as noites os teus dentes mordem o meu pescoço no sítio exacto em que o meu corpo guardava a última fechdura, todas as noites volto a subir esse monte dos vendavais só nosso. Só sexo, seja.
Adormeço todas as noites nos teus ombros estreitos de adolescente eterno. Não és o melhor, mas possuis um não sei o quê de juventude ancorada que te torna imediatamnete comovente. Usas e abusas desse não sei o quê. Não acreditas em nada, vives num aquário de sonhos impossíveis que faz de ti um anjo negro, abismo de lágrimas congeladas.
Uma vida inteira bão basta para apagar de pele o peso magnifico do teu fulgor.
Todas as noites me acaricio com os teus dedos, fecho os olhos e sugo os treus dedos sob o contorno dos meus e conduzo-te pelo meu corpo como tu me conduzias.
Todas as noites sinto o castanho dos teus olhos grandes dissolvendo-se nos meus com uma felicidade quante, imensa, vejo os teus quadris estreitos de rapaz dançando sobre o redondo do meu ventre, das minhas nádegas, todaas as noites os teus dentes mordem o meu pescoço no sítio exacto em que o meu corpo guardava a última fechdura, todas as noites volto a subir esse monte dos vendavais só nosso. Só sexo, seja.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Hoje deu-me pra escrever !
É delicada a fronteira entre o amor “como prolongamento narcísico de nós mesmos” (como exijo, sem consciência) e reconhecer o outro como diferente”, ao mesmo tempo que paradoxalmente, se “diluem limites” e não sabemos onde acabamos e começa o outro. Talvez em alguns casos, a forma ou a causa do amor seja doentia. Mas que podemos nós fazer para a corrigir, para a aperfeiçoar? Não será melhor desistir da ilusão de o saber e lhe dar Liberdade? Se assim acontecem tantos amores, poderá haver nisso alguma intenção divina? Não sei. Por mim corrigia-a, mas ate lá, vou amando da forma que sei: distorcida, enrolada… bem “… preciso botar alguma ordem nisto ate os delírios precisam de ser pelo menos um pouco organizados sob algum critério, é preciso dar método à loucura…”
Mas amar é reconhecer o outro como diferente e não como um prolongamento de nós mesmos. É misturar-nos sem o medo de morrer, de matar, ou de perecermos os dois. É podermos viver o sentimento oceânico que dilui limites e não sabermos por vezes onde “eu acabo e tu começas”.
Enlouquece-me querer saber as razões de tudo e hoje não quero ser louca.
Este blog, não é para ou sobre ti. É um daqueles desabafos intempestivos que penso mostrar-te.
Mas amar é reconhecer o outro como diferente e não como um prolongamento de nós mesmos. É misturar-nos sem o medo de morrer, de matar, ou de perecermos os dois. É podermos viver o sentimento oceânico que dilui limites e não sabermos por vezes onde “eu acabo e tu começas”.
Enlouquece-me querer saber as razões de tudo e hoje não quero ser louca.
Este blog, não é para ou sobre ti. É um daqueles desabafos intempestivos que penso mostrar-te.
Haja o que houver, eu estou aqui.
Haja que houver, espero por ti
Volta no vento oh meu amor
Volta de pressa por favor
Há quanto tempo já esqueci
Porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor
Eu sei, quem és pra mim
Haja o que houver espero por ti
Há quanto tempo já esqueci
Porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta do vento por favor
Eu sei, quem és
Haja o que houver espero por ti
Eu sei, eu sei quem és pra mim
Haja o que houver espero por ti
Haja o que houver
Espero por ti
Eu sei, eu sei quem es pra mim
Haja o que houver espero por ti
Antologia - Madredeus
Haja que houver, espero por ti
Volta no vento oh meu amor
Volta de pressa por favor
Há quanto tempo já esqueci
Porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor
Eu sei, quem és pra mim
Haja o que houver espero por ti
Há quanto tempo já esqueci
Porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta do vento por favor
Eu sei, quem és
Haja o que houver espero por ti
Eu sei, eu sei quem és pra mim
Haja o que houver espero por ti
Haja o que houver
Espero por ti
Eu sei, eu sei quem es pra mim
Haja o que houver espero por ti
Antologia - Madredeus
[N] - o segredo das coisas que não são ditas
Tenho pena de tudo o que aconteceu… de tudo o que te está a acontecer a ti N. não queria mesmo nada, custa-me ver-te assim, custa-me ver-te sofrer e saber que tudo o que faço não adianta de nada, tenho medo do que te possa acontecer. Eu quero ajudar-te, a minha intenção é ajudar-te, mesmo.
Quero formar uma barreira em que nada nos possa afastar, nem a merda dos 300 km, nem a merda da tua namorada, nem a merda dos teus amigos, eu estou aqui, e vou estar sempre aqui. E não penses que o faço pelo sentimento que tenho por ti, porque para além disso, quero ver-te vencer isto tudo, e quero saber que foi com a minha ajuda.
Tu não imaginas o que me custa ver-te assim, não imaginas mesmo, custa-me porque eu se calhar tenho um coração de merda também, porque não consigo fazer-te o mal que me fizeste.
E eu que pensava que o meu blog ia ser literalmente pornográfico e um blog aberto que toda a gente gostasse de ler, no entanto ando aqui a escrever coisas lamechas.
És a primeira pessoa que conheço assim, se calhar tornaste-te especial por isso mesmo.
E depois, depois de eu te ter desejado tanto mal, depois de eu tentar esquecer-te, não consigo, tornas-te especial e eu continuo a ter este sentimento por ti…
Nós somos isto, e o segredo das coisas que não são ditas.
Quero formar uma barreira em que nada nos possa afastar, nem a merda dos 300 km, nem a merda da tua namorada, nem a merda dos teus amigos, eu estou aqui, e vou estar sempre aqui. E não penses que o faço pelo sentimento que tenho por ti, porque para além disso, quero ver-te vencer isto tudo, e quero saber que foi com a minha ajuda.
Tu não imaginas o que me custa ver-te assim, não imaginas mesmo, custa-me porque eu se calhar tenho um coração de merda também, porque não consigo fazer-te o mal que me fizeste.
E eu que pensava que o meu blog ia ser literalmente pornográfico e um blog aberto que toda a gente gostasse de ler, no entanto ando aqui a escrever coisas lamechas.

És a primeira pessoa que conheço assim, se calhar tornaste-te especial por isso mesmo.
E depois, depois de eu te ter desejado tanto mal, depois de eu tentar esquecer-te, não consigo, tornas-te especial e eu continuo a ter este sentimento por ti…
Nós somos isto, e o segredo das coisas que não são ditas.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Afinal não passa tudo de uma ilusão, tudo e mais alguma coisa, é tudo alta ilusão. Tudo o que me disse não existiu, e eu já deveria de o ter percebido. Ainda bem que não me atendes telefonemas, ainda bem que me ignoras, ainda bem mesmo. Não queria ser eu a fazê-lo.
Detestei. A sério que detestei ter-te conhecido.
E agora, voltando ao meu estado normal!! M ! É quase sexta-feira!!!!
hmmm
recordar, sabores!
Detestei. A sério que detestei ter-te conhecido.
E agora, voltando ao meu estado normal!! M ! É quase sexta-feira!!!!
hmmm
recordar, sabores!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
o amor acontece!
Porque sou, muito mais do que alguma vez imaginei, e porque tudo o que vai volta - o amor existe!
Tenho medo que não fiques meia hora sequer, tenho medo que a paixão que tenho por ti não arda tempo suficiente, tenho medo que seja apenas mais uma no meia de tantas outras... Porque tu és aquele que eu mais quero. Para me dar aquele conforto que tanto sabes dar. O que eu passei só por te amar, o que eu passo, por te amar!
E és so tu que eu quero, acaba por ser uma estupidez tão grande, pois não se ama alguém que não está tão longe.

Então é agora que percebo que o amor, não tem fronteiras, que é como diz aquele fantástico filme, o amor acontece!
Acho que percebi o quanto tava apaixonada ontem, digam o que disser mas foi através de um gelado, lool, tu ligaste-me, e eu tava no meu grupo de amigos a saborear o belo do corneto de morango, quando desligo e olho para o recheio mais intenso de morango claro, e vejo um coração!
fiquei a pensar naquilo tempos infinitos... acabei por nem falar disto a ningém porque iria ser uma estupidez maas pronto o amor afinal é isso mesmo --
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
É sexta-feira!!!
E vem aquele cheirinho gosto a gozo. Recordar sensações!
E porque filosoficamente , achamos que o mundo seria bem melhor se as pessoas trocassem o medo pela iniciativa de viver os seus desejos .. eu faço-o, eu sou-o, para que tudo seja ainda mais jubiloso!
Ontem sorri para o pedacinho de lua que vi, sorri-lhe e perguntei-lhe até onde é que poderia eu ir. Não me respondeu, como seria lógico mas o facto de ser feita uma pergunta tão ambígua pensei também na possibilidade de existência algum tipo de respostas. Será que existe? Será que alguém me pode dizer até onde é que eu vou? Até onde é que posso ir sem que alguém saia prejudicado.
Ainda não percebi é porquê que sempre escrevo me vêm a desgraça!
Afinal é sexta-feira! Está a chegar!! O dia, da matança das saudades! Saudades daquela coisa linda que tanto gosto me dá!
E porque filosoficamente , achamos que o mundo seria bem melhor se as pessoas trocassem o medo pela iniciativa de viver os seus desejos .. eu faço-o, eu sou-o, para que tudo seja ainda mais jubiloso!
Ontem sorri para o pedacinho de lua que vi, sorri-lhe e perguntei-lhe até onde é que poderia eu ir. Não me respondeu, como seria lógico mas o facto de ser feita uma pergunta tão ambígua pensei também na possibilidade de existência algum tipo de respostas. Será que existe? Será que alguém me pode dizer até onde é que eu vou? Até onde é que posso ir sem que alguém saia prejudicado.
Ainda não percebi é porquê que sempre escrevo me vêm a desgraça!
Afinal é sexta-feira! Está a chegar!! O dia, da matança das saudades! Saudades daquela coisa linda que tanto gosto me dá!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
prazer & paixão
E quando temos o prazer de um lado e a paixão de outro?
Quando se sabe que aquele ser que te dá prazer é incapaz de assumir algo por muito que isto custe?
Não sei por onde ir… Quero continuar a sentir aquele desejo, e muito provavelmente vou afastar todo o tipo de paixão para que continuar com esta sensação esplêndida!
Tenho medo de não ser para alguém aquilo que aquele alguém é para mim. Tenho também medo de tentar saber qual é o tipo de sentimento que alguém nutre por mim com medo de sair desiludida. Medo e mais medo! Lá no fundo o medo até acaba por ser bom, e eu até gosto deste sentimento… que as vezes trás tanta saudade, este sentimento que deixa-me voar, sonhar e adormecer. E tudo o que eu dou acabo por receber!
Quando se sabe que aquele ser que te dá prazer é incapaz de assumir algo por muito que isto custe?
Não sei por onde ir… Quero continuar a sentir aquele desejo, e muito provavelmente vou afastar todo o tipo de paixão para que continuar com esta sensação esplêndida!
Tenho medo de não ser para alguém aquilo que aquele alguém é para mim. Tenho também medo de tentar saber qual é o tipo de sentimento que alguém nutre por mim com medo de sair desiludida. Medo e mais medo! Lá no fundo o medo até acaba por ser bom, e eu até gosto deste sentimento… que as vezes trás tanta saudade, este sentimento que deixa-me voar, sonhar e adormecer. E tudo o que eu dou acabo por receber!
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